MORTES, CUIDADOS PALIATIVOS E RELAÇÕES COM CIDADE DIGITAL ESTRATÉGICA

GOMES, Julia Pupo1; REZENDE, Denis Alcides2;

Resumo

Introdução:Diante da problemática ao direito à saúde universal que as cidades enfrentam devido à escassez de recursos econômicos e a gestão de políticas públicas, o direito à assistência aos cuidados paliativos e respectiva morte é um desafio dos gestores públicos e dos cidadãos. Os cuidados paliativos podem modificar e facilitar todo o processo da morte.

Objetivo:O objetivo é entender as mortes e cuidados paliativos e suas relações com cidade digital estratégica. Serão enfatizadas as estratégias da cidade, as informações para cidadãos e os respectivos serviços públicos por meio dos recursos da tecnologia da informação.

Metodologia:O método científico para a pesquisa foi a pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa por meio da leitura de artigos e livros. As fases da pesquisa realizada foram: preparação da pesquisa; coleta de dados; análise dos dados; e documentação dos dados pesquisados. Foram elaborados 3 estudos de casos de cuidados paliativos e morte. As unidades de observação foram sites, documentos e equipes entrevistadas.

Resultados:Foram identificados cinco diferentes unidades de cuidado paliativo: unidades de internação em cuidados paliativos enfermaria de cuidados paliativos; unidade hospitalar especializada em cuidados paliativos; unidades de atendimento a pacientes externos ambulatório de cuidados paliativos; unidade-dia de cuidados paliativos; e hospedarias de cuidados paliativos. Também foi constatada a inexistência de uma política formal de cuidados paliativos no Brasil. Apenas 6 hospitais de Curitiba possuem serviços de cuidados paliativos filiados à Academia Nacional de Cuidados Paliativos. Foram descritos os processos de cuidados paliativos e morte no Hospital Erasto Gaertner, no Hospital Cajuru e no Valencis Curitiba Hospice. São diretas as relações entre os cuidados paliativos, a morte e acidade digital estratégica.

Conclusões:Tanto os cuidados paliativos como a morte acontecem nas cidades, sejam em hospitais, hospices ou lares domésticos. Curitiba não possui formalmente estratégias específicas para essas questões, tão pouco serviços públicos por meio dos recursos da tecnologia da informação são oferecidos aos cidadãos. Os cuidados paliativos tem recebido maior visibilidade nas cidades, reiterado pelo Ministério da Saúde, porém estruturas e leis ainda precisam de melhorias. O número de hospitais com cuidados paliativos em Curitiba é pequeno, considerando seu número de habitantes. A conclusão reitera que o entendimento e a gestão dos cuidados paliativos e da morte em cidades, pode contribuir com a qualidade de vida dos cidadãos e facilitar a gestão das cidades.

Palavras-chave:Cuidado paliativo. Morte. Cidade digital estratégica.

Legendas

    1. Estudante
    2. Orientador